Hoje,
Senhor, aqui em adoração, quero pedir por aqueles que não gostam de
mim, talvez até digam mal de mim, aqueles que têm alguma coisa contra
mim, justificável ou não.
Eu
não sei, Senhor, de coração sincero, quem são ou possam ser, mas com
certeza que existem e me julgam segundo o que pensam de mim, mas também
eu o faço, confesso, tantas vezes em relação a outros.
Por
isso quero juntar àqueles por quem agora Te peço, todos aqueles que eu
julgo e não devia julgar, todos aqueles de quem Eu não gosto tanto,
todos aqueles que por vezes até me causam irritação no meu dia a dia,
por vezes até, por causa da política.
Sim,
Senhor, eu sei que não sou perfeito, pobre de mim, e ao contrário de
Ti, faço muitas vezes acepção de pessoas, considerando uns e
desconsiderando outros.
Então
também, Senhor, com certeza, haverá aqueles que me julgam pela mesma
medida que eu uso para julgar outros, com certeza haverá muitos que não
gostam de mim pelas mais diversas razões, pelo meu aspecto, pelas minhas
atitudes e modo de viver, se calhar até pelo meu passado, e é por todos
estes, Senhor, que agora Te quero pedir.
Não
sei das suas necessidades, mas tenho a certeza que posso pedir para
eles a Tua bênção, que abençoes as suas vidas e derrames sobre eles as
Tuas graças, porque Tu sabes muito bem de tudo o que cada um deles
necessita.
Quero pedir tudo isto, Senhor, abrindo meu coração à sinceridade, embora reconheça que a minha sinceridade é muito frágil.
Peço-Te,
por isso, Senhor, que não olhes para essa minha insinceridade, e
atendas o meu pedido de os abençoar no Teu amor, sobretudo, que Te
encontrem e conTigo, por Ti em Ti, vivam o caminho da salvação.
Quanto a mim, Senhor, perdoa-me por ser tão fraco, e por julgar os outros por vezes tão severamente.
O que seria de mim, Senhor, se Tu me julgasses assim!
Entrego-os a todos nas Tuas mãos, e abandono-me à Tua misericórdia.
Garcia, (escritos em adoração)
Joaquim Mexia Alves
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